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  • 14/10/2021

O símbolo e a coisa

por João Camillo Penna
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  • 09/08/2021

Uma literatura sem literatura

por Eucanaã Ferraz

As crônicas de Clarice Lispector foram reunidas em livro pela primeira vez em 1984, em A descoberta do mundo, volume organizado por Paulo Gurgel Valente, filho da autora, que alinhou em ordem cronológica 468 textos publicados no Jornal do Brasil entre os anos 1967 e 1973. Li e reli aquelas quase oitocentas páginas muitas vezes...

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  • 08/07/2021

Entre mistério e política

por Maria Clara Bingemer

Existe um aspecto dos escritos claricianos que é – parece-nos – menos observado. Trata-se da sensibilidade social e política da escritora. [...] Clarice deixa perceber em seus escritos – romances, crônicas ou contos – uma verdadeira abertura ao outro e sua diferença e sobretudo sua vulnerabilidade.

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  • 14/04/2021

O sentido é um sopro: imagens em Clarice Lispector

por Lilian Hack

A consistência destas imagens é aquela da árvore, matéria vegetal, a madeira sendo o suporte destas duas pinturas. Num dos quadros as linhas verticais visivelmente seguem os desenhos oferecidos pela madeira,  e criam uma espacialidade flácida e dura ao mesmo tempo.

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  • 04/12/2019

A conversão pelo ódio

por Bruno Cosentino

Caetano Veloso conta que quando mostrou sua canção “Odeio” para o amigo e compositor Jorge Mautner, este teria chorado e lhe dito que aquela era a canção de amor mais bonita que já tinha ouvido.

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  • 24/09/2019

A sede do outro

por Bruno Cosentino

Todo ano, após o Carnaval, tem início a Quaresma, período em que os fiéis se retiram da vida mundana para se dedicar a sacrifícios, caridades e orações.

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  • 23/07/2019

“O amor tem cheiro de morte”

por Bruno Cosentino

Uma única vez Clarice Lispector escreveu deliberadamente sobre sexo. Foi no livro A via crúcis do corpo.

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  • 13/05/2019

“As mulheres são selvagens”

por Bruno Cosentino

Para a jornalista Laura Freixas, as personagens femininas de Clarice guardam o germe do inconformismo — “as mulheres são selvagens”, afirma.

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  • 05/02/2019

Amar o amor

por Bruno Cosentino

Nas entrevistas feitas por Clarice há uma espécie de inadequação no que diz respeito à técnica jornalística. Com Vinicius de Moraes, sua primeira abordagem soa como provocação: “Vinicius, você amou realmente alguém na vida?”

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  • 26/11/2018

A sombra da palavra

por Alexandre Nodari

Tornou-se lugar comum dizer que a escrita de Clarice busca ultrapassar o limite da linguagem, que a autora nomeia como “it”, “núcleo”, “objeto”, “coisa”, “indizível”, “silêncio”