IMS, Equipe. Infância em Clarice. IMS Clarice Lispector, 2023. Disponível em: https://site.claricelispector.ims.com.br/2023/01/23/infancia-em-clarice/. Acesso em: 27 abril 2026.
Nesta vídeo-aula, Mell Brites, autora do livro As Crianças de Clarice: Narrativas da Infância e Outras Revelações, aborda o tema da infância na literatura de Clarice Lispector, tanto em seus livros infantis como naqueles voltados para o público adulto.
Ver também
por Mell Brites
Mais ou menos fantásticas em seus enredos, essas histórias infantis revelam narradoras que, despidas quase por completo da instância ficcional, em muito se assemelham à autora: são mães, escritoras, assinam “C.L.” ou até mesmo dizem se chamar Clarice. Assim, se há nessas narradoras uma postura horizontal em que se pressupõe o respeito às particularidades da infância, nesse mesmo movimento flagra-se também o desejo de se tornar um pouco mais criança.
por Marco Antonio Notaroberto
O texto a seguir nasceu a partir de uma pesquisa da correspondência entre Clarice Lispector e suas irmãs Tania Kauffman e Elisa Lispector, sob a guarda do IMS
por Equipe IMS
Aclamada pela crítica e fenômeno popular na internet, Clarice Lispector é considerada, internacionalmente, um dos grandes nomes da literatura do século XX. Misteriosa, obscura, reveladora, experimental, estranhamente mística ou filosófica – como definir a escrita da autora de A hora da estrela? Este podcast, concebido e apresentado por Bruno Cosentino e Eucanaã Ferraz, percorre a vida e a obra de Clarice em cinco episódios, nos quais conversam com grandes especialistas, professores e pesquisadores.
por Elizama Almeida
Na cavidade do rochedo: a pós-filosofia de Clarice Lispector é um estudo inédito, publicado exclusivamente em formato eletrônico e disponível para download aqui.
por Alexandre Nodari
Neste ano em que se comemora a hora da estrela, a entrada de Clarice Lispector e de sua alter ego (uma de muitas), Macabéa, na “própria profundeza
por Paulo Gurgel Valente
Acredito que Clarice e eu compartilhávamos uma sensação comum: os objetos não são inanimados, ao contrário, têm uma vida secreta. Não sei se o leitor já fez a experiência de, à noite, desligar as luzes de sua sala e, aos poucos, observar que seus olhos se adaptam ao es- curo e finalmente você consegue perceber a presença viva das coisas.