, Clarice no México. IMS Clarice Lispector, 2017. Disponível em: https://site.claricelispector.ims.com.br/2017/12/13/clarice-no-mexico/. Acesso em: 03 junho 2026.
O aniversário de Clarice Lispector foi no domingo passado, dia 10 de dezembro, mas as comemorações da “Hora de Clarice” continuam, no Brasil e no exterior. No México, o Fondo de Cultura Económica celebrou a data com uma apresentação de En estado de viaje (publicado pelo FCE em 2017), reunião de textos do período em que a autora esteve fora do país (entre 1944 e 1959). Confira trechos da leitura no vídeo, com a participação de Tálata Rodriguez.
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Todo ano, após o Carnaval, tem início a Quaresma, período em que os fiéis se retiram da vida mundana para se dedicar a sacrifícios, caridades e orações.
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O filme Dias de Clarice em Washington captura um momento bastante diferente e decisivo da vida e da obra da escritora, quando vivia na capital norte-americana com a família, entre 1952 e 1959. Além de expressivo número de fotografias inéditas – que registram o ambiente doméstico e o convívio com amigos – há imagens preciosas filmadas durante evento público, no qual aparecem a escritora, seu marido, Mauri Gurgel Valente, o filho Paulo, além de amigos do casal.
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Clarice Lispector passou a infância em Recife, mas aos 15 anos se mudou com o pai e as duas irmãs para o Rio de Janeiro. Foi na então capital federal que a escritora viveu a juventude e o início da vida adulta: concluiu o ensino médio, se formou na faculdade de direito, teve as primeiras experiências profissionais na imprensa, se casou e, em 1943, lançou seu primeiro livro Perto do coração selvagem.
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Em janeiro de 1975, Clarice Lispector recebeu uma carta-convite, assinada por Simón González, empresário, político e místico colombiano, convidando-a a tomar parte no Primeiro Congresso Mundial de Bruxaria, que seria realizado entre 24 e 28 de agosto daquele mesmo ano em Bogotá, na Colômbia. [...] Mas por que Clarice Lispector foi convidada para o Primeiro Congresso Mundial de Bruxaria?
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Trabalhando em uma prensa manual, João Cabral convida Clarice para estrear na “O livro inconsútil”, sua pequena editora.
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Acredito que Clarice e eu compartilhávamos uma sensação comum: os objetos não são inanimados, ao contrário, têm uma vida secreta. Não sei se o leitor já fez a experiência de, à noite, desligar as luzes de sua sala e, aos poucos, observar que seus olhos se adaptam ao es- curo e finalmente você consegue perceber a presença viva das coisas.