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estar mortas ou fingir ser o mar.

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“Pénétrons plus avant dans son monde à lui, puis qu’il est un de ces rares poètes qui aient réussi ce que tout d’autres nous annoncent sans toujours nos offrir vraiment: un monde qui ne ressemble pas à celui que nous connaissons et qui

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impose à nous pourtant avec la même évidence”.
Bertelé.

“On fait effort continuel pour se banaliser. Le rêve, qui paraît drôle, provient de ce que l’homme se parlant à lui-même cesse de se gêner” (Henri Michaux)

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Praça Baltazar da
Silveira, 44

sua vida nem ela conseguia recebê-la.

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Ele sentia que nunca nenhum ato o simbolizara. sua íntima unidade nunca se esfacelara ou se entregara como unidade. O que um homem era estava aquém de sua vida. E que a humanidade era uma abstração.

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[capa]
APONTAMENTOS
“DE LUXE” ESPIRAL N.o 14 – Marca Reg.
Processo patenteado sob N.o 29.839
Indústria Brasileira

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Era nesse sentido que G. não procurava nunca os seus “iguais”. Ele desprezava os seus iguais como fonte de vida.

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e cortasse a corrente de vida com uma atenção má. E o outro? O outro seria o que teria seria alertado. O outro Receberia a comunicação como se a recebesse da natureza, de um lago, de uma floresta! Esse outro seria o ser propriamente [vivo].

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sensação de “abrigo”.

O que tinha consciência não seria perturbado na criação, teria não teria um inimigo — e poderia usar inclusive dos fingimentos que são necessários para que se seja verdadeiro. não teria ninguém que percebesse esses fingimentos