IMS, Equipe. Infância em Clarice. IMS Clarice Lispector, 2023. Disponível em: https://site.claricelispector.ims.com.br/2023/01/23/infancia-em-clarice/. Acesso em: 07 janeiro 2026.
Nesta vídeo-aula, Mell Brites, autora do livro As Crianças de Clarice: Narrativas da Infância e Outras Revelações, aborda o tema da infância na literatura de Clarice Lispector, tanto em seus livros infantis como naqueles voltados para o público adulto.
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por Marina Colasanti
O dia em que conheci Clarice não foi o mesmo em que ela me conheceu. Eu, toda adoração, observando-a, ela, sem motivo algum para pousar o olhar em mim. Saindo juntos da redação do Jornal do Brasil, o jornalista Yllen Kerr, grande amigo meu, disse que estava indo visitar Clarice e perguntou se eu queria ir. Queria muito, muitíssimo!
por Bruno Cosentino
Caetano Veloso conta que quando mostrou sua canção “Odeio” para o amigo e compositor Jorge Mautner, este teria chorado e lhe dito que aquela era a canção de amor mais bonita que já tinha ouvido.
por Bruno Cosentino
Em 2020, Clarice Lispector faria cem anos. Uma série de eventos está programada para celebrar a efeméride.
por Antonio Ladeira
[...] por toda a obra de Clarice se manifesta uma deslumbrada – quase primordial, inaugural, edênica – visão do gênero, da divisão homem-mulher. Nota-se um fascínio assustado de haver no mundo um homem-macho-animal, como lemos por exemplo no conto “O búfalo”, e também nesse outro conto sobre a masculinidade fantásmica e monstruosa que é “O jantar”.
por Maria Clara Bingemer
Existe um aspecto dos escritos claricianos que é – parece-nos – menos observado. Trata-se da sensibilidade social e política da escritora. [...] Clarice deixa perceber em seus escritos – romances, crônicas ou contos – uma verdadeira abertura ao outro e sua diferença e sobretudo sua vulnerabilidade.
por Matildes Demetrio dos Santos
Além de confirmar o valor do gênero biográfico como meio privilegiado de atender às reivindicações de um público curioso sobre o passado de personalidades famosas, Teresa Montero desafia as convenções do gênero, ao reconstituir a vida familiar, as experiências pessoais, as amizades e o processo de criação de Clarice Lispector, uma autora que, com todas as suas forças, fez existir a sua vocação para a literatura como fatalidade e salvação.